Minha curta carreira de motorista

Minha curta carreira de motorista

Como quase toda criança dos anos 90, eu ficava colada na Sessão da Tarde vendo filmes dos anos 80. Eu vi Ferris Bueller desfilar com uma Ferrari pelo centro de Chicago, Les Anderson destruir o Cadillac do avô dirigindo sem ter carteira, e Marty McFly viajar 30 anos pra trás em um DeLorean.

Eu sonhava que um dia seria eu, andando por aí em um Ford Pampa, com todas as minhas amigas na carroceria. Continuar lendo “Minha curta carreira de motorista”

Minha seleção do Instagram

Hoje eu descobri que dá pra colocar fotos do Instagram aqui no blog. E só copiar e colar a imagem original, do jeito mais simples mesmo. Tá, eu sei que pra você isso nem deve ser grande coisa, mas eu fiquei aqui pensando nas inúmeras possibilidades. E fiquei com muita raiva de ter saído daquele negócio em 2015, o que me fez perder tudo o que eu tinha lá até então.

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Uma história de endometriose (mas com final feliz)

Uma história de endometriose (mas com final feliz)

Eu comecei a menstruar com 11 anos, e sempre achei horrível. Na verdade eu não sei qual é a pior parte, se é sangrar por vários dias sem ter como parar, usar absorventes que incomodam, adaptar a sua vida a essa época miserável ou ter que agir como se estivesse fazendo alguma coisa muito errada, escondendo do mundo que você é uma mulher normal em idade fértil.

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Sobre tempos difíceis (e dois links legais)

Sobre tempos difíceis (e dois links legais)

Estamos no meio de uma crise, jovem. E eu não falo de política, de internet, de saúde, nem dessa ameaça aí do Estado Islâmico. É uma crise de assunto pra escrever. Eu tinha me programado pra postar um texto aqui toda a sexta-feira, mas confesso que hoje o negócio não tá rendendo muito não.

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Essa nossa bandeira que só me representa mais ou menos

Essa nossa bandeira que só me representa mais ou menos

Eu não sou do tempo da OSPB nem da Educação Moral e Cívica. Quando eu fui pra escola, essas duas disciplinas do período militar já estavam em processo de extinção oficial.

Mesmo assim, restou um pouquinho delas no coração de cada uma das diretoras dos colégios onde eu estudei. Principalmente em relação a esse negócio de símbolos nacionais.

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Por que escrever é como cagar

Por que escrever é como cagar

 

“Escrevo porque gosto, cago porque preciso”: seria a minha frase de parachoque, caso eu tivesse um caminhão. Se bem que na verdade mesmo eu preciso é fazer os dois, escrever e cagar. Você tem que ver como eu fico insuportável quando deixo acumular ideias ou material orgânico destinado à excreção.

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